Muitos estudantes enfrentam a mesma situação: ao solicitar uma Carta de Recomendação, o professor costuma dizer “prepara um rascunho e traz para eu assinar”.
Isso é comum e acontece ainda mais quando a candidatura é para bolsas internacionais como Stipendium Hungaricum, KAIST, Turquia, Estados Unidos, entre outras.
O problema é que a maior parte dessas bolsas exige que a carta esteja escrita em inglês, e, se o estudante não souber usar a linguagem adequada, a carta pode parecer fraca e comprometer a avaliação final. A recomendação é um dos documentos que mais pesa na decisão, podendo ser o detalhe que desempata candidatos com perfis semelhantes.
Para facilitar este processo, preparei um Modelo Editável em Word, pronto para usar, contendo toda a estrutura recomendada por universidades e embaixadas.
💡 O QUE INCLUI ESTE MODELO?
Este modelo segue o padrão internacional utilizado em bolsas competitivas:
✅ Introdução Formal: identificação do professor, função e tempo de convivência com o estudante.
✅ Destaques Académicos: parágrafos específicos para reforçar desempenho, notas e ranking na turma.
✅ Soft Skills: espaço dedicado às competências pessoais — liderança, responsabilidade, maturidade e ética.
✅ Conclusão Sólida: recomendação direta, segura e clara, valorizada pelos avaliadores.
⚠️ COMO UTILIZAR (PASSO A PASSO ESSENCIAL)
Para que a carta tenha validade e transmitia profissionalismo, siga estas orientações:
- Faça o download do arquivo clicando no botão abaixo.
- Edite os campos entre parênteses com informações reais do estudante e do professor.
- Use papel timbrado da escola ou universidade ao imprimir a carta — isso adiciona credibilidade ao documento.
- Peça a assinatura e o carimbo do professor e da instituição. Sem carimbo, muitas bolsas não aceitam.
📥 DOWNLOAD GRATUITO DO MODELO (WORD)
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